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Aumento de salário para deputados paranaenses terá impacto de R$ 3 milhões
O “efeito cascata” do aumento de salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) terá um impacto de R$ 3 milhões anuais sobre os cofres públicos paranaenses somente na Assembleia Legislativa, caso o reajuste seja estendido aos deputados estaduais. A conta final, porém, será ainda maior, já que os salários dos ministros do STF servem de base também para a definição dos vencimentos de juízes, desembargadores do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ/PR), e dos promotores e procuradores do Ministério Público Estadual (MPE).
O impacto nas contas públicas do País é estimado entre R$ 4 bilhões a R$ 6 bilhões anuais. Isso porque os vencimentos dos ministros definem o teto salarial do funcionalismo público.
Jorge Viana engrossa a fila de petistas inconformados com Gleosi Hoffmann e seu discurso centrado no golpe e no “Lula livre”.
O senador ainda é mais severo com a correligionária. Em conversas com amigos, ele põe na conta de Gleisi uma parcela significativa da responsabilidade por sua derrota no Acre.
Poucas coisas são tão comuns quanto políticos procurando bodes expiatórios para justificar seus fracassos, como faz agora Viana. Mas, de fato, ele tem um álibi.
Muito antes de a campanha começar, Viana já batia na tecla de que o PT iria pagar caro se sua presidente insistisse nas bandeiras que afastassem a legenda dos eleitores moderados.
Ele tinha tanta convicção da tese que disse exatamente isso aos berros para Gleisi durante uma reunião da bancada do Senado.
O corregedor nacional de Justiça, Humberto Martins, abriu na última sexta-feira (9) um procedimento para apurar a indicação do juiz federal Sérgio Moro como futuro ministro da Justiça.
Até então responsável pelos processos da Operação Lava Jato no Paraná, Moro aceitou na semana passada o convite do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) para comandar o Ministério da Justiça e Segurança Pública a partir de 2019.
A decisão de Humberto Martins foi tomada após entidades, partidos e cidadãos apresentarem representações contra Moro, alegando que houve atuação política por parte do juiz ao aceitar ser ministro ainda como integrante da magistratura.
Pela decisão do corregedor nacional de Justiça, Moro terá até 15 dias para apresentar explicações. Ele só poderá ser nomeado ministro após pedir exoneração.