Shopping cart
Your cart empty!
Carregando favoritos...
Terms of use dolor sit amet consectetur, adipisicing elit. Recusandae provident ullam aperiam quo ad non corrupti sit vel quam repellat ipsa quod sed, repellendus adipisci, ducimus ea modi odio assumenda.
Lorem ipsum dolor sit amet consectetur adipisicing elit. Sequi, cum esse possimus officiis amet ea voluptatibus libero! Dolorum assumenda esse, deserunt ipsum ad iusto! Praesentium error nobis tenetur at, quis nostrum facere excepturi architecto totam.
Lorem ipsum dolor sit amet consectetur adipisicing elit. Inventore, soluta alias eaque modi ipsum sint iusto fugiat vero velit rerum.
Sequi, cum esse possimus officiis amet ea voluptatibus libero! Dolorum assumenda esse, deserunt ipsum ad iusto! Praesentium error nobis tenetur at, quis nostrum facere excepturi architecto totam.
Lorem ipsum dolor sit amet consectetur adipisicing elit. Inventore, soluta alias eaque modi ipsum sint iusto fugiat vero velit rerum.
Dolor sit amet consectetur adipisicing elit. Sequi, cum esse possimus officiis amet ea voluptatibus libero! Dolorum assumenda esse, deserunt ipsum ad iusto! Praesentium error nobis tenetur at, quis nostrum facere excepturi architecto totam.
Lorem ipsum dolor sit amet consectetur adipisicing elit. Inventore, soluta alias eaque modi ipsum sint iusto fugiat vero velit rerum.
Sit amet consectetur adipisicing elit. Sequi, cum esse possimus officiis amet ea voluptatibus libero! Dolorum assumenda esse, deserunt ipsum ad iusto! Praesentium error nobis tenetur at, quis nostrum facere excepturi architecto totam.
Lorem ipsum dolor sit amet consectetur adipisicing elit. Inventore, soluta alias eaque modi ipsum sint iusto fugiat vero velit rerum.
Do you agree to our terms? Sign up
A falta de conhecimento sobre o autismo feminino pode prejudicar o bem-estar e a rotina, alerta a neurologista do Pilar Hospital, em Curitiba
De acordo com o Mapa Autismo Brasil, um terço das mulheres recebe o diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista (TEA) após os 20 anos de idade. A mesma pesquisa, conduzida totalmente online pela Universidade de Brasília (UnB), indica que o diagnóstico tardio acontece com apenas 9% dos homens. Já o diagnóstico precoce, entre os 0 e 4 anos, ocorre em 61,6% entre os homens, e apenas em 37,2% das mulheres.
Esses resultados, de formulários respondidos por pacientes ou seus cuidadores, devem estar no centro das discussões neste Abril Azul, mês dedicado à campanha de conscientização sobre a condição, que atinge cerca de 2 milhões de pessoas no Brasil, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). Para a Dra Ana Paula Gomes, neurologista do Pilar Hospital, em Curitiba, o TEA pode ser subdiagnosticado no caso das mulheres em razão de uma série de fatores, por isso merece o dobro da atenção.
“Alguns comportamentos ligados ao transtorno são mais socialmente aceitáveis quando partem do sexo feminino, como por exemplo, os interesses mais restritos ou uma certa timidez, o que ajuda a camuflar alguns sintomas”, exemplifica. “Por isso, pais, famílias e escolas devem estar mais atentos às meninas”, completa.
Outros sintomas comuns incluem a dificuldade em se relacionar com os outros, de iniciar ou manter uma conversa, de compreender ironias e metáforas, e baixa tolerância a barulhos e ambientes agitados. O TEA caracterizado por um distúrbio do neurodesenvolvimento, em que o indivíduo não progride ou se desenvolve de forma típica, explica a especialista, que está na fase final da sua pós-graduação em TEA e TDAH pela PUC de Campinas.
Esse diagnóstico tardio pode ter impacto significativo na saúde mental das mulheres, alerta a médica, com o risco de agravamento de quadros de ansiedade, depressão, distúrbios alimentares ou de autoimagem. “Não saber o que pode estar acontecendo, enquanto relações pessoas e profissionais podem estar em risco em função de comportamentos considerados fora do normal, impacta o dia a dia dessas mulheres”, reconhece.
Para mulheres que estejam em dúvida sobre estarem ou não dentro das condições do TEA, a Dra Ana Paula sugere a busca por um profissional especializado - neurologista ou psiquiatra - para que as demandas e queixas sejam acolhidas. São eles que podem fazer o diagnóstico mais preciso e oferecer o suporte adequado, que vai incluir o apoio psicossocial e terapias.
Não apenas para melhorar a qualidade de vida das mulheres diagnosticadas tardiamente, mas de todos os pacientes que estão dentro do espectro, a médica defende que a sociedade em geral precisa ter mais conhecimento sobre o assunto. “Só assim teremos a inclusão de fato. Com intervenções mais rápidas, diagnóstico precoce, apoio psicossocial, educacional e o acesso aos demais direitos garantidos por lei”, salienta.